Curiosidades

  • Parte por parte

    Na casca da pipoca também estão doses generosas de fibras, substâncias que contribuem para a formação do bolo fecal. "Para eliminá-lo com maior facilidade, é necessário aumentar o consumo de água", lembra a nutricionista Viviane Piatecka, do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região. As fibras também possuem a função em deixar a digestão mais lenta, aumentar a saciedade e então auxiliar no emagrecimento.

  • Nutrição

    Diversos estudos de pesquisa realizados na década de 80 nos EUA, comprovam os efeitos benefícios do consumo de feijão na diminuição dos níveis de colesterol (LDL) e no aumento da razão HDL:LDL. Esses estudos culminaram com o lançamento de uma campanha, cunhada "Beans for Heart" (Feijão para o Coração), com o intuito de aumentar o consumo dessa leguminosa para a população americana.
    Apesar de todos os efeitos benefícios à saúde apresentados pelo feijão, alguns assuntos ainda merecem a atenção de pesquisadores, como a baixa digestibilidade protéica, o conteúdo reduzido de aminoácidos sulfurados e a presença de fatores antinutricionais.
    As vitaminas, substâncias orgânicas essenciais em pequenas quantidades para a saúde, o crescimento, a reprodução e a manutenção do nosso corpo, somente ficaram conhecidas a partir de 1912, quando o Dr. Casimir Funk, um jovem bioquímico polonês de 28 anos de idade, cunhou o termo "vitamina", aludindo ao fato de que essas substâncias invisíveis são "vitais" e formadas por grupos "amina", contendo nitrogênio. Como elas não podem ser sintetizadas pelo nosso corpo, precisam ser incorporadas Á nossa dieta através dos alimentos ou na forma de suplementos vitamínicos.
    O feijão é uma boa fonte de vitaminas hidrossolúveis do complexo B, como a tiamina, a riboflavina, a niacina e a folacina. Em 1998, a Academia Nacional de Ciências (NAS) do Instituto de Medicina dos Estados Unidos causou a maior agitação ao divulgar importantes informações sobre as vitaminas B, como um complexo de nutrientes que podem estar envolvidos na prevenção de certos defeitos fetais, doenças cardiovasculares e determinados tipos de câncer.
    O feijão é também considerado uma importante fonte de vários minerais, como cálcio, ferro, cobre, zinco, fósforo, potássio e magnésio. Uma xícara de feijão cozido proporciona 29% das necessidades diárias de ferro para mulheres e 55% para homens, 20% a 25% das de fósforo, magnésio e manganês, cerca de 20% de potássio e 10% de cálcio e de zinco.
    Em resumo, o feijão é um alimento que se adapta bem a dois tipos de recomendações para uma dieta saudável: aumentar o consumo de carboidratos complexos e diminuir o consumo de gorduras. O feijão supre a dieta em proteína, carboidratos complexos, fibras, vitaminas e minerais, tendo baixos teores de gordura e sódio e não tem colesterol.

  • História

    Existem diversas hipóteses para explicar a origem e domesticação do feijão. Tipos selvagens encontrados no México e a existência de tipos domesticados, datados de cerca de 7.000 a.C., na Mesoamérica, sustentam a hipótese de que o feijoeiro teria sido domesticado nessa região e disseminado, posteriormente, para toda a América do Sul. Por outro lado, achados arqueológicos mais antigos, de cerca de 10.000 a.C., de feijões domesticados na América do Sul (sítio de Guitarrero, no Peru) são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e transportado para a América do Norte.
    Dados mais recentes sugerem a existência de três centros primários de diversidade genética, tanto para espécies silvestres como para as cultivadas: o mesoamericano, que se estende desde o sudeste dos Estados Unidos até o Panamá, tendo como zonas principais o México e a Guatemala; o sul dos Andes, que abrange desde o norte do Peru até as províncias do noroeste da Argentina; e o norte dos Andes, que abrange desde a Colômbia e a Venezuela até o norte do Peru. Além destes três centros americanos primários, podem ser identificados vários outros centros secundários em algumas regiões da Europa, da Ásia e da África, onde foram introduzidos genótipos americanos.
    O gênero Phaseolus compreende aproximadamente 55 espécies, das quais apenas cinco são cultivadas: o feijoeiro-comum (Phaselous vulgaris); o feijão-de-lima (P. lunatus); o feijão-ayocote (P. coccineus); o feijão-tepari (P. acutifolius); e o P. polyanthus.
    Os feijões estão entre os alimentos mais antigos, remontando os primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. Foram encontradas referências ao feijão na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos. A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras, uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta.

  • Vantagens do Arroz Parboilizado

    1. É mais rico em nutrientes.
    2. Não quebra durante o descasque e polimento.
    3. Necessita de menos óleo no cozimento.
    4. Rende mais na panela.
    5. Fica sempre soltinho.
    6. Mantém suas características de cocção após o resfriamento.
    O arroz parboilizado apresenta uma cor mais amarelada, sinal de que o produto foi processado de maneira correta. Para confirmar a qualidade, confira se a embalagem tem o "Selo de Garantia de Produto Parboilizado".

  • Nutrição

    Sob o ponto de vista nutricional, o arroz pode ser analisado quanto aos seus macro e microconstituintes, representados por carboidratos (amido) proteínas e gorduras, fazem do arroz um produto com boa resposta no aporte energético-calórico. A chamada "eficiência protéica" é considerada como uma das mais altas entre os vegetais, aproximando-se dos alimentos de origem animal.
    No farelo do arroz é encontrado a vitamina e, na composição das vitaminas a e c, encontradas nas folhas verde- escuras, forma-se o poderoso trio anti-oxidante, que ajuda a retardar o envelhecimento das cédulas do organismo, combatendo os radicais livres.