Curiosidades

  • História

    Bem antes de qualquer evidência, o arroz foi, provavelmente, o principal alimento e a primeira planta cultivada na Ásia, Diversos historiadores e cientistas apontam o sudeste da Ásia como seu local de origem. Na Índia, uma das regiões de maior diversidade de tipos de arroz, as províncias de Bengala, Assam e Mianmar têm também sido referidas como centros de origem. Os registros mais antigos sobre o arroz foram encontrados na literatura chinesa, há cerca de 5.000 anos.
    Arroz Premium
    O uso do arroz é muito antigo na Índia, sendo citado em todas as escrituras hindus. Variedades especiais, usadas como oferendas em cerimônias religiosas, já eram conhecidas em épocas remotas. Certas diferenças entre as formas de arroz cultivadas na Índia e sua classificação em grupos, de acordo com o valor nutritivo, o comportamento e a exigência das plantas, foram mencionadas cerca de 1.000 a.C. Foi a partir da Índia que essa cultura, provavelmente, estendeu-se à China e à Pérsia, difundindo-se, mais tarde, para o sul e o leste, passando pelo Arquipélago Maláio, e alcançando a Indonésia.
    A cultura do arroz é igualmente muito antiga nas Filipinas e, no Japão, foi introduzida pelos chineses cerca de 100 anos a.C. Até a sua introdução pelos árabes no Delta do Nilo, o arroz não era conhecido nos países Mediterrâneos. Os sarracenos levaram-no à Espanha e os espanhóis, por sua vez, a Itália. Os turcos introduziram o arroz no sudeste da Europa, onde começou a ser cultivado nos séculos VII e VIII, com a entrada dos árabes na Península libérica. Os portugueses foram, provavelmente, os que introduziram esse cereal na África Ocidental, e os espanhóis, os responsáveis pela sua disseminação nas Américas.
    Arroz
    Alguns autores apontam o Brasil como o primeiro país a cultivar esse cereal no continente americano. O arroz era o "milho d'água" (abatiuaupé) que os tupis, muito antes de terem contato com os portugueses, já colhiam nos alagados próximos ao litoral. Consta que integrantes da expedição de Pedro Álvares Cabral, após uma peregrinação, adentrando-se por cerca de 5 km em solo brasileiro, traziam consigo amostras de arroz, confirmando registros de Américo Vespúcio que trazem referência a este cereal em grandes áreas alagadas do Amazonas.
    Em 1587, lavouras arrozeiras já ocupavam terras na Bahia e, por volta de 1745, no Maranhão. Em 1766, a Coroa Portuguesa autorizou a instalação da primeira descascadora de arroz no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. A prática da orizicultura no Brasil, de forma organizada e racional, aconteceu em meados do século XVIII e, daquela época até a metade do século XIX, o país foi um grande exportador de arroz.
    Modernamente, o arroz encontra-se disseminado no mundo todo, sendo cultivado em todos os continentes, em cerca de 120 países e seu consumo pela população mundial é um hábito inquestionável. O Brasil figura entre os dez maiores produtores e consumidores de arroz no mundo.

  • Pipoca

    A pipoca, se preparada corretamente, fora do uso de micro-ondas, possui muitos benefícios, conforme a Universidade de Scranton, nos Estados Unidos. Segundo o time de cientistas, a pipoca reúne mais antioxidantes que uma porção de frutas e verduras. O que faz com que ela possa ser uma aliada ardilosa na guerra contra os radicais livres, aquelas moléculas instáveis e perigosas que atacam as células e provocam desastres que vão de envelhecimento precoce a câncer.
    "Isso se deve à diferença entre a quantidade de água encontrada na pipoca, que é de 3 a 5%, e a detectada nos vegetais, que chega a 90%", informa Joe Vinson, pesquisador. Na prática, esses valores revelam que, no subproduto do milho, os compostos fenólicos, os antioxidantes, ficariam concentrados, enquanto nas outras classes alimentares eles apareceriam mais diluídos. "A pipoca é o único snack formado 100% pelo grão. Já os antioxidantes encontrados em outros produtos à base de sementes integrais, por exemplo, são removidos ou sofrem degradação durante o processamento."
    As boas substâncias para saúde estão na casca, naquela capa que tenta ficar agarrada nos dentes. Se o milho se tornar uma pipoca amarela ou creme, é um alimento fonte de carotenoides, antioxidante que são convertido em vitamina A, auxiliando o sistema imunológico e a degeneração dos olhos relacionada à idade.

  • Feijão

    Comer feijão é um hábito muito brasileiro. O feijão está presente na nossa mesa todos os dias, e além de ser um alimento gostoso, previne muitos problemas nutricionais, pode reduzir os riscos de doenças cardiovasculares e de certos tipos de câncer. É considerado importante fonte de minerais, como cálcio, ferro, cobre, zinco, fósforo, potássio e magnésio. Contém, ademais, teor relativamente alto de fibra alimentar, de importante efeito terapêutico em certas condições orgânicas, como diabetes e hiperlipidemia.
    É por essas e outras que incluir feijão na dieta é sempre uma escolha inteligente, que atende as necessidades nutricionais e ao paladar de indivíduos de qualquer origem ou faixa etária. Uma leguminosa tão importante para a saúde da população quanto para o desenvolvimento da economia e do agronegócio brasileiros. Vamos prestigiar o que é nosso, e vamos fazer isso com prazer. Experimente e inove sua alimentação com o feijão nosso de cada dia. Brinde amigos e familiares com opções criativas e atraentes desse nosso velho conhecido.

  • Arroz

    O arroz, já reconhecido por muitos como precioso alimento, é geralmente considerado, por outros tantos, apenas como prato auxiliar em uma mesa preparada com iguarias modestas. Estamos, assim, familiarizados com o arroz simples, cozido, solto, cujo preparo não inclui quaisquer outros ingredientes, além da água, do sal e do óleo. Contudo, o arroz vem, cada vez, aparecendo mais na cozinha nacional e internacional como prato especial, selecionado por consumidores mais exigentes e de paladar mais requintado, distinguindo-se tanto em pratos salgados como sobremesas. Além da sua versatilidade e facilidade de preparo, o arroz vem, também, ocupando lugar destacado pelas suas características como alimento funcional, ou seja, não apenas suprindo nossas necessidades nutritivas, satisfazendo nosso paladar ou saciando nosso apetite, mas também, ajudando na prevenção de várias doenças e atuando como fonte energética de inigualável valor.